O ex-governador da Paraíba e senador eleito, Cássio Cunha Lima (PSDB), um dos beneficiados com a interpretação do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a Lei do Ficha Limpa, reiterou seu pedido de liminar juto à Corte buscando obter sua posse imediata.
A petição eletrônica foi impetrada no último dia 25 e pode ser concedida a qualquer momento pelo ministro relator da Ação Cautelar 2772, Joaquim Barbosa, que se conceder a liminar deixará de fora do senado o terceiro colocado nas últimas eleições, senador Wilson Santiago.
Cássio foi apontado pela imprensa nacional como um dos grandes beneficiados pelo voto do ministro, Luiz Fux, que entendeu que a nova lei não se aplica as eleições de 2010.
Fonte: Janildo Silva/ClickPB
Esse blog tem o objetivo de retratar o momento político vivido pelos municípios de abrangência. Imparcialidade é o cartão de visita deste veículo de comunicação, tão já saturado nos dias atuais, apesar da "jovialidade cibernética". Todos os comentários e notas serão previamente analisadas para que possam vir a figurar nas páginas deste blog.
segunda-feira, 28 de março de 2011
BRIGA DE 2014 "NACIONALIZA" PLEITO DE 2012.
Partidos ensaiam projetos comuns para enfrentar PT, que tratará de maneira nacionalizada capitais estratégicas para aliança nacional
As eleições municipais de 2012 devem romper a tradição segundo a qual a sucessão nas prefeituras é uma briga entre lideranças locais. Depois de três derrotas presidenciais, a oposição ensaia projetos comuns, num jogo eleitoral que pode ser de vida ou morte. O PT, por sua vez, que não quer ser apeado do poder central, vai "nacionalizar" a disputa em algumas capitais.
"O PT definiu que tratará de maneira nacionalizada capitais estratégicas para nossa aliança nacional", adianta o ex-deputado Virgílio Guimarães (MG), agora dirigente nacional petista. Ele avalia que 2012 pode ser "definidor para o projeto 2014", a partir de Belo Horizonte, onde a aliança nacional com o PSB será posta à prova, em disputas com o PMDB e o PC do B, todos da base do governo Dilma Rousseff.
Visto pela oposição como pré-candidato ao Planalto, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) já mostra preocupação, certo de que o resultado da briga mineira estará vinculado ao desempenho de lideranças nacionais - como ele. "Há sempre a leitura do quem ganhou e quem perdeu", diz Aécio, ao admitir que as eleições municipais ajudam a montar o tabuleiro da disputa presidencial de 2014.
Na ponta oposicionista do espectro político brasileiro, líderes do DEM, do PSDB e do PPS pregam a unidade das siglas já partir deste ano. "Fraturar agora, para juntar os cacos lá na frente, não adianta", afirma o líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA). Deputado federal mais votado em seu Estado, Neto pode ser preservado para uma disputa pelo governo baiano, o que facilita o entendimento em torno do deputado e ex-prefeito da capital Antônio Imbassahy. (PSDB). Ele defende a tese de que a união é fundamental: "O descolamento das oposições em 2010 não contribuiu".
Fonte: Christiane Samarco, de O Estado de S.Paulo
As eleições municipais de 2012 devem romper a tradição segundo a qual a sucessão nas prefeituras é uma briga entre lideranças locais. Depois de três derrotas presidenciais, a oposição ensaia projetos comuns, num jogo eleitoral que pode ser de vida ou morte. O PT, por sua vez, que não quer ser apeado do poder central, vai "nacionalizar" a disputa em algumas capitais.
"O PT definiu que tratará de maneira nacionalizada capitais estratégicas para nossa aliança nacional", adianta o ex-deputado Virgílio Guimarães (MG), agora dirigente nacional petista. Ele avalia que 2012 pode ser "definidor para o projeto 2014", a partir de Belo Horizonte, onde a aliança nacional com o PSB será posta à prova, em disputas com o PMDB e o PC do B, todos da base do governo Dilma Rousseff.
Visto pela oposição como pré-candidato ao Planalto, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) já mostra preocupação, certo de que o resultado da briga mineira estará vinculado ao desempenho de lideranças nacionais - como ele. "Há sempre a leitura do quem ganhou e quem perdeu", diz Aécio, ao admitir que as eleições municipais ajudam a montar o tabuleiro da disputa presidencial de 2014.
Na ponta oposicionista do espectro político brasileiro, líderes do DEM, do PSDB e do PPS pregam a unidade das siglas já partir deste ano. "Fraturar agora, para juntar os cacos lá na frente, não adianta", afirma o líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA). Deputado federal mais votado em seu Estado, Neto pode ser preservado para uma disputa pelo governo baiano, o que facilita o entendimento em torno do deputado e ex-prefeito da capital Antônio Imbassahy. (PSDB). Ele defende a tese de que a união é fundamental: "O descolamento das oposições em 2010 não contribuiu".
Fonte: Christiane Samarco, de O Estado de S.Paulo
CÁSSIO NÃO VAI A REUNIÃO DE BANCADA PARA NÃO PROVOCAR SANTIAGO.
O senador eleito Cássio Cunha Lima (PSDB) declinou do convite feito pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) para comparecer a reunião da bancada federal convocada para a próxima quinta-feira, 31. E explicou o motivo: não quer que sua presença pareça uma provocação ao (ainda) senador Wilson Santiago (PMDB).
Cunha Lima disse que só comparecerá as reuniões quando já tiver tomado posse. E seu antecessor, Santiago, não fizer mais parte da bancada.
Por interlocutores, ele recomendou, porém, o comparecimento do peemedebista na reunião já agendada.
Segundo pessoas próximas de Cunha Lima, o tucano teme que sua presença melindre Santiago e demais integrantes da oposição.
O peemedebista deve continuar no Senado Federal pelos próximos trinta dias – prazo em que Cunha Lima espera receber o aval do Supremo Tribunal Federal para tomar posse.
Fonte: Adriana Bezerra/Correio da Paraíba
Cunha Lima disse que só comparecerá as reuniões quando já tiver tomado posse. E seu antecessor, Santiago, não fizer mais parte da bancada.
Por interlocutores, ele recomendou, porém, o comparecimento do peemedebista na reunião já agendada.
Segundo pessoas próximas de Cunha Lima, o tucano teme que sua presença melindre Santiago e demais integrantes da oposição.
O peemedebista deve continuar no Senado Federal pelos próximos trinta dias – prazo em que Cunha Lima espera receber o aval do Supremo Tribunal Federal para tomar posse.
Fonte: Adriana Bezerra/Correio da Paraíba
PROJETO SOBRE CRIMES CONTRA JORNLISTAS SERÁ VOTADO NA CCJ.
Em reunião agendada para esta quarta-feira (30), às 10h, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) vota proposta que estabelece preferência na pauta de julgamentos do Tribunal do Júri para os homicídios praticados contra jornalistas em razão de sua profissão.
O projeto será votado como item extrapauta, conforme informou o presidente do colegiado, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) nesta sexta-feira (25) à Agência Senado.
Como tramita em decisão terminativa, a matéria, se aprovada, segue para análise da Câmara. Segundo o autor do projeto (PLS 167/10), ex-senador Roberto Cavalcanti (foto), a liberdade de imprensa deve ser compreendida como uma condição "essencial da democracia", prevista constitucionalmente. Portanto, segundo explica na justificação a seu projeto, cabe "à lei processual penal adotar mecanismos e procedimentos condizentes com esse valor primordial dos regimes democráticos".
Leia mais
Roberto Cavalcanti quer federalização de crimes contra jornalistas
A proposta, que altera a redação do inciso I do art. 429 do Código de Processo Penal, tem o objetivo de evitar a impunidade nos crimes contra a imprensa.
O relator, senador Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), apresentou voto pela aprovação da matéria. Em seu parecer, o senador dá razão ao autor da matéria quando este afirma, na justificação do projeto, que a liberdade de imprensa deve ser compreendida como "uma condição essencial da democracia". Assim, ressalta Vital do Rêgo, o estado brasileiro deve prestar especial atenção aos homicídios praticados contra os profissionais que praticam o chamado jornalismo investigativo, "cuja atuação contraria interesses de grupos criminosos, políticos corruptos e administradores públicos venais".
Vital do Rêgo também informa que a aprovação do PLS 167/10 vai ao encontro dos anseios da Sociedade Interamericana de Imprensa, de acordo com os documentos da 66ª Assembleia Geral da entidade, realizada em Mérida, no México, em novembro de 2010.
O caso mais famoso de crime que vitimou um jornalista brasileiro, justamente por causa de sua atuação profissional, é o do assassinato de Tim Lopes, repórter da TV Globo. No dia2 de junho de 2002, Tim foi morto na favela Vila Cruzeiro, no bairro do Complexo do Alemão, subúrbio do Rio de Janeiro, quando se preparava para fazer apurar de denúncia de exploração sexual de adolescentes e a venda de drogas num baile funk.
Descoberto pelos traficantes, Tim Lopes foi julgado e torturado como vingança por reportagem feita em 2001 sobre a venda de drogas no morro, e que levou à prisão de vários traficantes.
Controle de gastos
Projeto (PLS 218/10) que prevê maior controle da legalidade dos atos administrativos, sobretudo de licitações, também está entre os itens a serem analisados na próxima reunião da CCJ. A proposta foi sugerida pelo Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Distrito Federal e encaminhada inicialmente à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
Segundo o relator na CCJ, senador Alvaro Dias (PSDB-PR), com a aprovação do projeto, serão dificultadas práticas hoje disseminadas, como o grande número de dispensas e inexigibilidade de licitação nas compras e obras públicas, bem como o superfaturamento dos valores de contratos públicos.
Fonte: Da Agência Senado/Correio da Paraíba
O projeto será votado como item extrapauta, conforme informou o presidente do colegiado, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) nesta sexta-feira (25) à Agência Senado.
Como tramita em decisão terminativa, a matéria, se aprovada, segue para análise da Câmara. Segundo o autor do projeto (PLS 167/10), ex-senador Roberto Cavalcanti (foto), a liberdade de imprensa deve ser compreendida como uma condição "essencial da democracia", prevista constitucionalmente. Portanto, segundo explica na justificação a seu projeto, cabe "à lei processual penal adotar mecanismos e procedimentos condizentes com esse valor primordial dos regimes democráticos".
Leia mais
Roberto Cavalcanti quer federalização de crimes contra jornalistas
A proposta, que altera a redação do inciso I do art. 429 do Código de Processo Penal, tem o objetivo de evitar a impunidade nos crimes contra a imprensa.
O relator, senador Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), apresentou voto pela aprovação da matéria. Em seu parecer, o senador dá razão ao autor da matéria quando este afirma, na justificação do projeto, que a liberdade de imprensa deve ser compreendida como "uma condição essencial da democracia". Assim, ressalta Vital do Rêgo, o estado brasileiro deve prestar especial atenção aos homicídios praticados contra os profissionais que praticam o chamado jornalismo investigativo, "cuja atuação contraria interesses de grupos criminosos, políticos corruptos e administradores públicos venais".
Vital do Rêgo também informa que a aprovação do PLS 167/10 vai ao encontro dos anseios da Sociedade Interamericana de Imprensa, de acordo com os documentos da 66ª Assembleia Geral da entidade, realizada em Mérida, no México, em novembro de 2010.
O caso mais famoso de crime que vitimou um jornalista brasileiro, justamente por causa de sua atuação profissional, é o do assassinato de Tim Lopes, repórter da TV Globo. No dia2 de junho de 2002, Tim foi morto na favela Vila Cruzeiro, no bairro do Complexo do Alemão, subúrbio do Rio de Janeiro, quando se preparava para fazer apurar de denúncia de exploração sexual de adolescentes e a venda de drogas num baile funk.
Descoberto pelos traficantes, Tim Lopes foi julgado e torturado como vingança por reportagem feita em 2001 sobre a venda de drogas no morro, e que levou à prisão de vários traficantes.
Controle de gastos
Projeto (PLS 218/10) que prevê maior controle da legalidade dos atos administrativos, sobretudo de licitações, também está entre os itens a serem analisados na próxima reunião da CCJ. A proposta foi sugerida pelo Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Distrito Federal e encaminhada inicialmente à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
Segundo o relator na CCJ, senador Alvaro Dias (PSDB-PR), com a aprovação do projeto, serão dificultadas práticas hoje disseminadas, como o grande número de dispensas e inexigibilidade de licitação nas compras e obras públicas, bem como o superfaturamento dos valores de contratos públicos.
Fonte: Da Agência Senado/Correio da Paraíba
RECUO: APÓS CONVERSA COM CÁSSIO, RÔMULO GOUVEIA SINALIZA PERMANÊNCIA NO PSDB.
RECUO: após conversa com Cássio Cunha Lima, Rômulo Gouveia sinaliza permanência no PSDB; tucano era cotado para presidir nova sigla na PB
O vice-governador Rômulo Gouveia (PSDB) que nos últimos tem demonstrado intensão em deixar o PSDB, voltou atrás, e via Twitter, comunicou que o senador eleito, Cássio Cunha Lima (PSDB), não é simpático a sua saída do ninho tucano paraibano.
-Ontem estive com @cassiocl aqui em Campina Grande. Nosso senador reiterou a necessidade que eu fique no PSDB, – publicou Gouveia no Twitter
O enfretamento no PSDB parece cada vez mais evidente. Caso venha a deixar a sigla, Rômulo Gouveia se filiará a nova sigla criada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab – o PSD. Como a segunda maior autoridade do Estado o tucano deve ser escolhido até para presidir o partido em território paraibano.
Apesar da conversa com Cássio a definição sobre o destino de Rômulo só deve ser tomada essa semana.
Fonte: PB Agora com Blog do Victor Paiva
O vice-governador Rômulo Gouveia (PSDB) que nos últimos tem demonstrado intensão em deixar o PSDB, voltou atrás, e via Twitter, comunicou que o senador eleito, Cássio Cunha Lima (PSDB), não é simpático a sua saída do ninho tucano paraibano.
-Ontem estive com @cassiocl aqui em Campina Grande. Nosso senador reiterou a necessidade que eu fique no PSDB, – publicou Gouveia no Twitter
O enfretamento no PSDB parece cada vez mais evidente. Caso venha a deixar a sigla, Rômulo Gouveia se filiará a nova sigla criada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab – o PSD. Como a segunda maior autoridade do Estado o tucano deve ser escolhido até para presidir o partido em território paraibano.
Apesar da conversa com Cássio a definição sobre o destino de Rômulo só deve ser tomada essa semana.
Fonte: PB Agora com Blog do Victor Paiva
GOVERNO ACELEROU LIBERAÇÃO DE VERBAS A CIDADES E ESTADOS.
Na eleição de Dilma, governo acelerou liberação de verbas a cidades e Estados
O governo federal acelerou o ritmo de liberação de verbas livres de obrigação constitucional para Estados e municípios em 2010, ano em que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ser 'prioridade' eleger Dilma Rousseff (PT) sua sucessora no Palácio do Planalto. Em relação a 2009, a distribuição de recursos cresceu 51% em termos reais, descontada a inflação.
No ano da eleição, o governo federal enviou para os governos estaduais e municipais cerca de R$ 13,9 bilhões como transferências voluntárias. Em 2009, esse repasse foi de R$ 9,2 bilhões.
As transferências voluntárias são recursos repassados pela União a Estados, municípios e entidades sem fins lucrativos, que podem ser usados para realização de obras ou na prestação de serviços. Esse dinheiro é repassado geralmente por meio de convênios ou acordos e não segue nenhuma determinação constitucional. É, portanto, recurso que pode ser distribuído de acordo com critérios escolhidos pelo próprio governo.
Os dados constam de um estudo inédito feito pela entidade Contas Abertas, que será divulgado na quarta-feira no seminário 'Políticas Públicas: Vetores Políticos', organizado pela Fundap (Fundação do Desenvolvimento Administrativo), ligada ao governo paulista, Os números usados no levantamento são oficiais e estão no Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal).
Nos três anos anteriores a 2010, não houve crescimento significativo nas transferências voluntárias do governo federal para os Estados e os municípios.
Em 2007, por exemplo, o primeiro ano do segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo federal mandou para os governos estaduais e municipais R$ 8,9 bilhões. Foi exatamente o mesmo valor enviado no ano eleitoral de 2006, quando Lula foi reeleito.
No ano seguinte, 2008, as transferências voluntárias chegaram a apresentar uma queda nos repasses. Atingiram R$ 8,6 bilhões, em termos reais.
O crescimento nos repasses voltou em 2009, ano em que o governo alegou ter aumentado os gastos para produzir uma política anticíclica, diante da estagnação econômica provocada pela crise mundial. O crescimento, no entanto, passou dos R$ 8,6 bilhões transferidos em 2008 para R$ 9,2 bilhões, uma variação, em termos reais, de quase 7%.
No ano passado, quando houve eleição presidencial, os repasses alcançaram R$ 13, 9 bilhões. Somados às Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos, os repasses em 2010 chegaram a R$ 16 bilhões, mais do que os R$ 10,5 bilhões liquidados no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
'As transferências voluntárias são recursos que o governo federal aplica em áreas que precisa de apoio ou estímulo. Mas há distorções em período eleitoral. Quando mapeamos os recursos, vemos direcionamento para a base aliada, para sustentação política e etc. O que era exceção acaba virando regra', disse José Matias Pereira, professor de administração pública da UnB (Universidade de Brasília).
Em todas as regiões do País, houve aumento das transferências voluntárias para Estados e municípios em 2010 em comparação com 2009. A divisão dos recursos por região mostra ainda que o Nordeste foi o local mais contemplado. Estados e municípios da região obtiveram R$ 6,3 bilhões em 2010, 65% a mais que os R$ 3,8 bilhões no ano anterior. Foi no Nordeste que a presidente Dilma teve o seu melhor desempenho eleitoral, ao vencer em todos os Estados: 18,7 milhões de votos contra 7,7 milhões do então adversário José Serra (PSDB). Para o Sudeste, foram liberados R$ 3,6 bilhões no ano passado. Em 2009, distribuiu-se R$ 2,2 bilhões.
A discussão em torno dos gastos públicos foi colocada pelos adversários do PT no ano passado. Candidata, Dilma não admitiu durante a campanha ser necessário um ajuste fiscal nas contas públicas. Ao assumir o governo, no entanto, propôs uma 'consolidação fiscal', que é o corte de R$ 50 bilhões no orçamento da União. A legislação proíbe as transferências voluntárias nos três meses que antecedem a eleição. Há, no entanto, aceleração no repasse de recursos no começo de ano eleitoral. A lei também permite que as transferências sejam feitas quando uma obra já foi contratada e apresenta cronograma pré-fixado.
Fonte: MSN/PBAgora
O governo federal acelerou o ritmo de liberação de verbas livres de obrigação constitucional para Estados e municípios em 2010, ano em que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ser 'prioridade' eleger Dilma Rousseff (PT) sua sucessora no Palácio do Planalto. Em relação a 2009, a distribuição de recursos cresceu 51% em termos reais, descontada a inflação.
No ano da eleição, o governo federal enviou para os governos estaduais e municipais cerca de R$ 13,9 bilhões como transferências voluntárias. Em 2009, esse repasse foi de R$ 9,2 bilhões.
As transferências voluntárias são recursos repassados pela União a Estados, municípios e entidades sem fins lucrativos, que podem ser usados para realização de obras ou na prestação de serviços. Esse dinheiro é repassado geralmente por meio de convênios ou acordos e não segue nenhuma determinação constitucional. É, portanto, recurso que pode ser distribuído de acordo com critérios escolhidos pelo próprio governo.
Os dados constam de um estudo inédito feito pela entidade Contas Abertas, que será divulgado na quarta-feira no seminário 'Políticas Públicas: Vetores Políticos', organizado pela Fundap (Fundação do Desenvolvimento Administrativo), ligada ao governo paulista, Os números usados no levantamento são oficiais e estão no Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal).
Nos três anos anteriores a 2010, não houve crescimento significativo nas transferências voluntárias do governo federal para os Estados e os municípios.
Em 2007, por exemplo, o primeiro ano do segundo mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo federal mandou para os governos estaduais e municipais R$ 8,9 bilhões. Foi exatamente o mesmo valor enviado no ano eleitoral de 2006, quando Lula foi reeleito.
No ano seguinte, 2008, as transferências voluntárias chegaram a apresentar uma queda nos repasses. Atingiram R$ 8,6 bilhões, em termos reais.
O crescimento nos repasses voltou em 2009, ano em que o governo alegou ter aumentado os gastos para produzir uma política anticíclica, diante da estagnação econômica provocada pela crise mundial. O crescimento, no entanto, passou dos R$ 8,6 bilhões transferidos em 2008 para R$ 9,2 bilhões, uma variação, em termos reais, de quase 7%.
No ano passado, quando houve eleição presidencial, os repasses alcançaram R$ 13, 9 bilhões. Somados às Transferências a Instituições Privadas sem Fins Lucrativos, os repasses em 2010 chegaram a R$ 16 bilhões, mais do que os R$ 10,5 bilhões liquidados no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
'As transferências voluntárias são recursos que o governo federal aplica em áreas que precisa de apoio ou estímulo. Mas há distorções em período eleitoral. Quando mapeamos os recursos, vemos direcionamento para a base aliada, para sustentação política e etc. O que era exceção acaba virando regra', disse José Matias Pereira, professor de administração pública da UnB (Universidade de Brasília).
Em todas as regiões do País, houve aumento das transferências voluntárias para Estados e municípios em 2010 em comparação com 2009. A divisão dos recursos por região mostra ainda que o Nordeste foi o local mais contemplado. Estados e municípios da região obtiveram R$ 6,3 bilhões em 2010, 65% a mais que os R$ 3,8 bilhões no ano anterior. Foi no Nordeste que a presidente Dilma teve o seu melhor desempenho eleitoral, ao vencer em todos os Estados: 18,7 milhões de votos contra 7,7 milhões do então adversário José Serra (PSDB). Para o Sudeste, foram liberados R$ 3,6 bilhões no ano passado. Em 2009, distribuiu-se R$ 2,2 bilhões.
A discussão em torno dos gastos públicos foi colocada pelos adversários do PT no ano passado. Candidata, Dilma não admitiu durante a campanha ser necessário um ajuste fiscal nas contas públicas. Ao assumir o governo, no entanto, propôs uma 'consolidação fiscal', que é o corte de R$ 50 bilhões no orçamento da União. A legislação proíbe as transferências voluntárias nos três meses que antecedem a eleição. Há, no entanto, aceleração no repasse de recursos no começo de ano eleitoral. A lei também permite que as transferências sejam feitas quando uma obra já foi contratada e apresenta cronograma pré-fixado.
Fonte: MSN/PBAgora
BLOG DO NOBLAT CITA RELAÇÃO DE CÁSSIO COM PRESIDENTE DILMA E REVELA TRECHOS INÉDITOS DE CONVERSA DO TUCANO COM O EX-PRESIDENTE LULA AINDA EM 2009.
“É Dilma?” – perguntou a Lula o então governador Cássio Cunha Lima (PSDB), da Paraíba, durante conversa no início de 2009. Apesar de adversários os dois são amigos. Lula respondeu de pronto: “É”. Cássio insistiu: “E por quê?” Lula sorriu e disse: “Por duas razões. A primeira: é mulher. A segunda: ela é mais homem do que nós dois juntos.”
Lula ainda não desencarnou do cargo como ele mesmo admite. E faz pouca força para tal. Está sempre ao telefone com Dilma. Cássio perdeu o governo do seu Estado, acusado de abuso do poder econômico. Elegeu-se senador. E assumirá o mandato depois da decisão da Justiça sobre a Lei da Ficha Limpa. Quanto a Dilma...
A menos de duas semanas de completar 100 dias de governo, Dilma parece sair-se como presidente melhor do que a encomenda. Com certeza, muito melhor do que esperavam o PT e os partidos da base aliada dentro do Congresso. A oposição não fazia idéia de que pudesse ser assim. Às escondidas, admite sua perplexidade.
“O que a gente pode fazer?” – perguntou Cássio a um amigo no qual esbarrou na noite da última quarta-feira no restaurante Piantela, a Meca dos políticos em Brasília. No mesmo local, há pouca distância de Cássio, o deputado federal Marcus Pestana, presidente do PSDB mineiro, pedia ao ex-deputado Paulinho Delgado (PT):
- Me apresenta a Dilma, me apresenta!”. Paulinho sorriu e lembrou: “Já passei por isso. No governo Fernando Henrique, procurei um amigo do PSDB e pedi que me apresentasse ao presidente”. No dia seguinte, em um corredor do Supremo Tribunal Federal, ouvi do deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA):
- E aí? Como fazer oposição ao governo? Fiz um discurso na Câmara sobre o projeto do trem-bala e até meus colegas de partido acharam que fui crítico demais.” Lembra do slogan adotado pelo PSDB depois da eleição de Lula em 2002? “A favor do Brasil”. Agora, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) imagina algo como “Oposição generosa”.
Advogado de presos políticos durante a ditadura militar inaugurada em 1964, e que só se esgotaria 21 anos depois, Sobral Pinto tinha surtos de irritação ao ouvir falar em “democracia à brasileira”. Subia nas tamancas e vociferava: “À brasileira só existe peru”. Psicografando Sobral: “Oposição é oposição. Generosa é o que não pode ser”.
Dilma faz um governo mais redondo do que Lula começou a fazer ao se eleger pela primeira vez. Antonio Palocci cuidava da economia no ministério da Fazenda. Na Casa Civil, José Dirceu cuidava mais da política e trombava com Palocci. Havia a sensação de que os dois mandavam no governo. Lula era apontado como uma figura decorativa.
Até que Dirceu deixou o governo no rastro do mensalão e foi substituído por Dilma, ex-ministra das Minas e Energia. Palocci continuou cuidando da economia até cair por conta do escândalo da mansão alegre que freqüentava no Lago Sul, em Brasília. Dilma virou a gerente do governo. E Lula pôde fazer o que de fato mais gosta – política.
Para quem sabe mandar e não abre mão disso, é claro que nenhuma decisão do governo passa ao largo do gabinete de Dilma. Nem mesmo decisões aparentemente sem importância – como o funcionamento da portaria do Palácio do Planalto. A propósito: acabou por lá a aglomeração de pessoas e a chegada de visitantes sem hora marcada.
Disparado, o ministro mais forte do governo é Palocci. Ele já nem mais disfarça isso. Tudo o que tenha a ver com política, é assunto dele. Dilma é a executiva super ativa, exigente, cobradora e atenta a detalhes. Para efeito externo perdeu seus maus modos. Na vida real, por vezes consegue moderá-los. Guido Mantega está ministro da Fazenda.
“Eu preciso quem me esculhambe”, suplicou o presidente Jânio Quadros em 1961 ao convidar o escritor Otto Lara Rezende para assessorá-lo. Todos ao redor de Jânio o temiam. Otto não topou. É o que diz a lenda. O maior risco que corre Dilma é não ter quem esculhambe seu governo.
Fonte: Blog do Noblat/PBAgora
Lula ainda não desencarnou do cargo como ele mesmo admite. E faz pouca força para tal. Está sempre ao telefone com Dilma. Cássio perdeu o governo do seu Estado, acusado de abuso do poder econômico. Elegeu-se senador. E assumirá o mandato depois da decisão da Justiça sobre a Lei da Ficha Limpa. Quanto a Dilma...
A menos de duas semanas de completar 100 dias de governo, Dilma parece sair-se como presidente melhor do que a encomenda. Com certeza, muito melhor do que esperavam o PT e os partidos da base aliada dentro do Congresso. A oposição não fazia idéia de que pudesse ser assim. Às escondidas, admite sua perplexidade.
“O que a gente pode fazer?” – perguntou Cássio a um amigo no qual esbarrou na noite da última quarta-feira no restaurante Piantela, a Meca dos políticos em Brasília. No mesmo local, há pouca distância de Cássio, o deputado federal Marcus Pestana, presidente do PSDB mineiro, pedia ao ex-deputado Paulinho Delgado (PT):
- Me apresenta a Dilma, me apresenta!”. Paulinho sorriu e lembrou: “Já passei por isso. No governo Fernando Henrique, procurei um amigo do PSDB e pedi que me apresentasse ao presidente”. No dia seguinte, em um corredor do Supremo Tribunal Federal, ouvi do deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA):
- E aí? Como fazer oposição ao governo? Fiz um discurso na Câmara sobre o projeto do trem-bala e até meus colegas de partido acharam que fui crítico demais.” Lembra do slogan adotado pelo PSDB depois da eleição de Lula em 2002? “A favor do Brasil”. Agora, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) imagina algo como “Oposição generosa”.
Advogado de presos políticos durante a ditadura militar inaugurada em 1964, e que só se esgotaria 21 anos depois, Sobral Pinto tinha surtos de irritação ao ouvir falar em “democracia à brasileira”. Subia nas tamancas e vociferava: “À brasileira só existe peru”. Psicografando Sobral: “Oposição é oposição. Generosa é o que não pode ser”.
Dilma faz um governo mais redondo do que Lula começou a fazer ao se eleger pela primeira vez. Antonio Palocci cuidava da economia no ministério da Fazenda. Na Casa Civil, José Dirceu cuidava mais da política e trombava com Palocci. Havia a sensação de que os dois mandavam no governo. Lula era apontado como uma figura decorativa.
Até que Dirceu deixou o governo no rastro do mensalão e foi substituído por Dilma, ex-ministra das Minas e Energia. Palocci continuou cuidando da economia até cair por conta do escândalo da mansão alegre que freqüentava no Lago Sul, em Brasília. Dilma virou a gerente do governo. E Lula pôde fazer o que de fato mais gosta – política.
Para quem sabe mandar e não abre mão disso, é claro que nenhuma decisão do governo passa ao largo do gabinete de Dilma. Nem mesmo decisões aparentemente sem importância – como o funcionamento da portaria do Palácio do Planalto. A propósito: acabou por lá a aglomeração de pessoas e a chegada de visitantes sem hora marcada.
Disparado, o ministro mais forte do governo é Palocci. Ele já nem mais disfarça isso. Tudo o que tenha a ver com política, é assunto dele. Dilma é a executiva super ativa, exigente, cobradora e atenta a detalhes. Para efeito externo perdeu seus maus modos. Na vida real, por vezes consegue moderá-los. Guido Mantega está ministro da Fazenda.
“Eu preciso quem me esculhambe”, suplicou o presidente Jânio Quadros em 1961 ao convidar o escritor Otto Lara Rezende para assessorá-lo. Todos ao redor de Jânio o temiam. Otto não topou. É o que diz a lenda. O maior risco que corre Dilma é não ter quem esculhambe seu governo.
Fonte: Blog do Noblat/PBAgora
domingo, 27 de março de 2011
COMUNICADO (PARA ACESSOS AS ENQUETES)
Recebi no dia de hoje, vários comentários e e-mail, reclamando da não visualização de algumas enquetes. Destarte, venho comunicar aos leitores deste blog, que em alguns casos o computador utilizado pode não ter algum programa que permita a visualização das enquetes.
Também, pode ser causado pela lentidão da internet.
BASTA QUE SEJA INSTALADO O PROGRAMA FIREFOX, SEGUNDO ESCLARECIMENTOS DO ENGENHEIRO ELETRICISTA/ELETRÔNICO, SENHOR FRANCISCO DAS CHAGAS JÚNIOR, CREA 1607947935.
Para maiores esclarecimentos, peço aqueles que me enviaram comentários, que enviem-me o endereço de e-mail apara que eu possa, assim, entrar em contato.
Muito obrigado.
Também, pode ser causado pela lentidão da internet.
BASTA QUE SEJA INSTALADO O PROGRAMA FIREFOX, SEGUNDO ESCLARECIMENTOS DO ENGENHEIRO ELETRICISTA/ELETRÔNICO, SENHOR FRANCISCO DAS CHAGAS JÚNIOR, CREA 1607947935.
Para maiores esclarecimentos, peço aqueles que me enviaram comentários, que enviem-me o endereço de e-mail apara que eu possa, assim, entrar em contato.
Muito obrigado.
PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA ATÉ O FIM DO PROCESSO NÃO VALE PARA FICHA LIMPA.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, disse hoje (25) que o princípio da presunção de inocência, que impede que alguém seja declarado culpado até que seja esgotado o último recurso, não deve ser aplicado em relação à Lei da Ficha Limpa. Ontem (24), o advogado-geral da União disse que a lei precisa evoluir nesse sentido para que “inocentes não sejam condenados por antecipação”.
Segundo o ministro, existem duas ideias de presunção de inocência que precisam ser distinguidas: a do campo criminal e a da esfera eleitoral. “No campo criminal, o STF já decidiu que é preciso esgotar todos os recursos antes que as sanções se tornem efetivas. Outra coisa é esse conceito no direito eleitoral, pois estamos falando em condições de elegibilidade”, disse o ministro após proferir palestra na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, em Brasília.
Lewandowski também lembrou que o próprio legislador entendeu que os direitos são diferentes ao cobrar apenas a decisão de órgão colegiado na Lei da Ficha Limpa. “Sou um daqueles que se filiam a essa ideia. Mesmo porque quando um colegiado de juízes decide determinada matéria, já decidiu sobre todos os fatos que são discutidos no processo”, disse.
O ministro ainda afirmou que não se sente incomodado com a possibilidade de liberar políticos antes barrados pela Justiça Eleitoral. “Nós temos que cumprir as decisões do Tribunal maior do pais. As decisões de qualquer magistrado, sobretudo da Suprema Corte do país, têm que ser cumpridas a risca e com celeridade”.
Fonte:Agência Brasil/PBAgora
Segundo o ministro, existem duas ideias de presunção de inocência que precisam ser distinguidas: a do campo criminal e a da esfera eleitoral. “No campo criminal, o STF já decidiu que é preciso esgotar todos os recursos antes que as sanções se tornem efetivas. Outra coisa é esse conceito no direito eleitoral, pois estamos falando em condições de elegibilidade”, disse o ministro após proferir palestra na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, em Brasília.
Lewandowski também lembrou que o próprio legislador entendeu que os direitos são diferentes ao cobrar apenas a decisão de órgão colegiado na Lei da Ficha Limpa. “Sou um daqueles que se filiam a essa ideia. Mesmo porque quando um colegiado de juízes decide determinada matéria, já decidiu sobre todos os fatos que são discutidos no processo”, disse.
O ministro ainda afirmou que não se sente incomodado com a possibilidade de liberar políticos antes barrados pela Justiça Eleitoral. “Nós temos que cumprir as decisões do Tribunal maior do pais. As decisões de qualquer magistrado, sobretudo da Suprema Corte do país, têm que ser cumpridas a risca e com celeridade”.
Fonte:Agência Brasil/PBAgora
GOVERNO DO ESTADO REALIZA PAGAMENTO DOS SERVIDORES NAS PRÓXIMAS QUARTA E QUINTA-FEIRA.
O Governo do Estado realiza o pagamento do funcionalismo público a partir da próxima quarta-feira (30). Recebem neste dia, os aposentados e pensionistas. Já na quinta-feira (31), é a vez dos servidores da ativa serem contemplados com o salário referente ao mês de março.
O pagamento dos servidores estaduais é executado pelo Banco do Brasil, a partir de contrato realizado entre a instituição financeira e a Secretaria de Estado da Administração, que gerencia a folha de pessoal.
Fonte:Secom PB/PBAgora
O pagamento dos servidores estaduais é executado pelo Banco do Brasil, a partir de contrato realizado entre a instituição financeira e a Secretaria de Estado da Administração, que gerencia a folha de pessoal.
Fonte:Secom PB/PBAgora
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