Em Vista Serrana, município que é conhecido pela lisura e simplicidade como o prefeito Jurandir governa, mostrou nas urnas que é necessário maior demonstração de trabalho por parte do grupo marques, que tem a matriarca e ainda deputada estadual Socorro Marques como líder maior. Mas o X da questão é que o governo estadual que estará no poder até 31 de dezembro próximo, tem o prefeito Jurandir como aliado e por conseguinte as funções dos seus órgãos. Ricardo, fatalmente nomeará Monaci marques, ex-prefeito de Vista serrana e filho da deputada Socorro, para uma secretaria de estado e os cargos que hoje estão à disposição de Jurandir, passarão a atender correligionários do clã Marques. Assim, a notoriedade do prefeito dar-se-à apenas e tão-somente na esfera municipal, perdendo desta forma a oportunidade de agregar e distribuir estes benditos cargos de confiança.
Com a não eleição de Monaci para a Assembleia Legislativa, faltou-lhe 4.119 votos, o que o faria ocupa a vaga de Janduir Carneiro, estaria o grupo Marques sem lenço, nem documento, cabendo-lhe apenas lutar pela prefeitura de Mãe d'água, já que desta maneira, caso Maranhão fosse reeleito, a disputa do executivo de Vista Serrana seria difícil. Mas com aquela ave mitológica, os Marques reergueram-se e com Monaci secretário do governo Ricardo Coutinho e Vavá, ex-prefeito de São José do Bonfim à frente do núcleo regional da CAGEPA em Patos, o fortalecimento é garantido, dificultando destarte a reeleição de Jurandir, em Vista Serrana; do grupo Motta, em São José do Bonfim e a candidatura de Cirino, antes forte, para o executivo de Mão d'água. E um nome que aparece com muita força no "reino" dos Totas, é da filha do maior líder mãe d'aguense, Herta Tota, que por sua vez é esposa de Monaci Marques. Os bons tempos parecem estarem de volta aos Marques.
Esse blog tem o objetivo de retratar o momento político vivido pelos municípios de abrangência. Imparcialidade é o cartão de visita deste veículo de comunicação, tão já saturado nos dias atuais, apesar da "jovialidade cibernética". Todos os comentários e notas serão previamente analisadas para que possam vir a figurar nas páginas deste blog.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
MESMO COM UM MAIOR CRESCIMENTO DA OPOSIÇÃO, ENTRE 1º E 2º TURNOS, JÚLIO CÉSAR SE CONSAGRA, EM QUIXABA. MAS VALE LEMBRAR QUE DR. RALPH TERÁ OS CARGOS ESTADUAIS.
O município de Quixaba promete ter um belo embate em 2012. Júlio César, com uma popularidade elevada e Dr. Ralph, que aos poucos vem conquistado adeptos no município. Nas eleições deste ano, Júlio César apoio o governador José Maranhão e credenciou-o 867 votos no primeiro turno, contra 373 indicações de Ricardo Coutinho dado pela oposição, hoje encabeçada pelo médico Ralph, sobrinho do candidato derrotado em 2008, Edmílson Pereira (à época integrante do DEM, com expressiva maioria). No 2º turno, Maranhão cresceu 2,30%, indo para 887 votos, contra um crescimento de 18,49% do governador eleito Ricardo Coutinho. Em números reais, Júlio César fez com que seu candidato aumentasse em 20 votos e Ralph elevou os votos de Ricardo Coutinho em 69 sufrágios.
Mas os tempos são outros e Júlio César terá pela frente um candidato bem mais preparado, com uma certa bagagem de bastidores e o governo estadual aliado. Os cargos estaduais em Quixaba, poucos ou muitos, fatalmente passaram pela crivo de Ralph. E um só emprego comissionados leva alguns votinhos à mais para qualquer lado. É preparar e recarregar as baterias, por que falta 20 meses para as convenções; 600 dias para as definições; 14.400 horas para que meros pré-postulantes hoje, transformem-se em candidatos de fato e de direito. Não é tanto tempo assim.
Mas os tempos são outros e Júlio César terá pela frente um candidato bem mais preparado, com uma certa bagagem de bastidores e o governo estadual aliado. Os cargos estaduais em Quixaba, poucos ou muitos, fatalmente passaram pela crivo de Ralph. E um só emprego comissionados leva alguns votinhos à mais para qualquer lado. É preparar e recarregar as baterias, por que falta 20 meses para as convenções; 600 dias para as definições; 14.400 horas para que meros pré-postulantes hoje, transformem-se em candidatos de fato e de direito. Não é tanto tempo assim.
COM O GOVERNO ESTADUAL, HEGEMONIA "TOTA" DEVE, NOVAMENTE, EQUILIBRAR A POLÍTICA DE MÃE D´ÁGUA, APESAR DO "ARROCHO".
Antes de 03 de outubro último, todos os holofotes da política de Mãe d'água estavam voltados para Cirino, candidato derrotado em 2008, quando muitos eleitores ainda estavam angustiados pela morte do seu líder maior, Antônio Tota Soares de Figueiredo. Mas mesmo assim, a diferença foi de 318 votos. Essa diferença corresponde a um pouco mais que o número de abstenções. O que seria uma derrota para Toinho Tota,caso vivo estivesse. É a velha e real tese de que quando o esteio caí, o resto vem por terra. Se não vejamos o resultado das eleições de 2004, quando o velho e forte Antônio Tota, ainda comandava o grupo governista: Júnior Tota 1.629 votos. Itapuãn, 937. Ou seja, 692 votos de diferença. Exatamente 117,61% à mais que o pleito de 2008. Isso tem um nome... decadência e/ou gestão administração sem pulso, o que não ocorria com o velho guerreiro.
Entretanto, veio o surpreendente 2012. O ano em que as surpresas reinaram no dia 03 de outubro e tornou-se realidade em 31, com a eleição de Ricardo Coutinho, que teve o apoio do grupo da situação. Os holofotes mudaram de direção, dirigindo-se para o clã Tota. Mas o povo é soberano e a disputa já tem local e data marcados: ruas de Mãe d'água, dia 07 de outubro de 2012.
Mas o nome de Herta Tota, esposa de Monaci Marques e filha do antigo e verdadeira único líder de Mãe d'água, está ganhando espaço no meio político e nas rodinhas de conversas extra-oficiais do município. E é esta a única salvação para a manutenção do poder no município. E mais, é necessário que seja muito bem trabalhado, por que muita coisa está fora de "prumo", como diria Antônio Tota. Falasse também na viúva de Antônio, Margarida, não talvez a idade não seja ideal Requer um pessoa mais jovem, apesar do respeito e carinho que grande parte da população dispensa a mesma. Um fator preponderante é que o(a) candidato(a) tenha realmente as raízes "totianas" e a jovialidade necessária para trazer os jovens à um bom termo, com programas de governo ligados a esta faixa etária, que é quem realmente vai decidir os rumos em 2012.
Entretanto, veio o surpreendente 2012. O ano em que as surpresas reinaram no dia 03 de outubro e tornou-se realidade em 31, com a eleição de Ricardo Coutinho, que teve o apoio do grupo da situação. Os holofotes mudaram de direção, dirigindo-se para o clã Tota. Mas o povo é soberano e a disputa já tem local e data marcados: ruas de Mãe d'água, dia 07 de outubro de 2012.
Mas o nome de Herta Tota, esposa de Monaci Marques e filha do antigo e verdadeira único líder de Mãe d'água, está ganhando espaço no meio político e nas rodinhas de conversas extra-oficiais do município. E é esta a única salvação para a manutenção do poder no município. E mais, é necessário que seja muito bem trabalhado, por que muita coisa está fora de "prumo", como diria Antônio Tota. Falasse também na viúva de Antônio, Margarida, não talvez a idade não seja ideal Requer um pessoa mais jovem, apesar do respeito e carinho que grande parte da população dispensa a mesma. Um fator preponderante é que o(a) candidato(a) tenha realmente as raízes "totianas" e a jovialidade necessária para trazer os jovens à um bom termo, com programas de governo ligados a esta faixa etária, que é quem realmente vai decidir os rumos em 2012.
PRINCESA ISABEL TEM UMA DISPUTA EQUILIBRADÍSSIMA NO SEGUNDO TURNO. MAS ALA NOMINANDO TEM TUDO PARA SOBREPOR A FAMÍLIA PEREIRA, EM 2012.
As alianças em Princesa Isabel, iniciarão-se no final de 2009, quando em uma reunião na residência do à época suplente do legislativo municipal, Geneci Bem, o anfitrião recebeu o saudoso presidente da câmara de vereadores Paulo Roberto, conhecido por Paulinho da Várzea e o deputado estadual João Henrique. Na pauta o apoio do bloco denominado G3 ao deputado nas eleições de 2010. Este grupo contaria com 3 vereadores (Paulinho da Várzea; Chota e Dominguinhos) e o suplente cicerone. Grupo denominado G3, uma terceira via na política local, que creio, não fosse a trágica morte de Paulo Roberto em agosto deste ano, teria rendido muitos frutos, estava então formado.
Com a prematura morte de Paulo, a aliança dissolveu-se. O apoio a João Henrique foi tão insignificante, que o mesmo alcançou apenas 400 votos, na eleição atual, enquanto os dois vereadores, com exceção dos votos de Paulinho da Várzea, obtiveram 1.147 votos em 2008, além de 417 do hoje vereador Geneci Bem. O que totaliza 1.564 votos. A aliança sem Paulinho não teve sustentação.
Mas vamos ao pleito 2010: na terra de Zé Pereira o outro Zé foi quem mandou no 1º turno. Obteve uma vantagem de 921 votos contra o agora governador eleito. E de quebra os dois primeiros deputados federais mais votados foram da base de apoio a Zé Maranhão. Mas para estadual a primeiríssima foi do grupo Ricardista. Flora Diniz reinou com 4.063.
Já no segundo turno, com muita conversação e alianças, Maranhão mais uma vez liderou, porém, a diferença caiu vertiginosamente: 52 votos apenas.
Era o fenômeno "não quero perder a boquinha", que trouxe inimigo do 1º turno para a campanha de RC no 2º.
Agora, José Nominando; Dr. Sidney: Flora e seus correligionários teem tudo para retomar o poder do executivo municipal em 2012 e sepultar politicamente e de forma definitiva Thiago Pereira, que convenhamos, não herdou absolutamente nada dos seus antepassados, no tocante a política. Gonzaga Bento, seu avô foi um líder nato naquela terra. Já thiago é apenas um "menino grande" que fez da prefeitura de Princesa Isabel, um brinquedinho.
Agora, os conterrâneos de Marçal Florentino Diniz sentencia o atual prefeito ao esquecimento.
Em 2012 a situação não tem nenhum nome de peso e aparentemente, com os cargos do governo, os Nominandos devem imperar.
Com a prematura morte de Paulo, a aliança dissolveu-se. O apoio a João Henrique foi tão insignificante, que o mesmo alcançou apenas 400 votos, na eleição atual, enquanto os dois vereadores, com exceção dos votos de Paulinho da Várzea, obtiveram 1.147 votos em 2008, além de 417 do hoje vereador Geneci Bem. O que totaliza 1.564 votos. A aliança sem Paulinho não teve sustentação.
Mas vamos ao pleito 2010: na terra de Zé Pereira o outro Zé foi quem mandou no 1º turno. Obteve uma vantagem de 921 votos contra o agora governador eleito. E de quebra os dois primeiros deputados federais mais votados foram da base de apoio a Zé Maranhão. Mas para estadual a primeiríssima foi do grupo Ricardista. Flora Diniz reinou com 4.063.
Já no segundo turno, com muita conversação e alianças, Maranhão mais uma vez liderou, porém, a diferença caiu vertiginosamente: 52 votos apenas.
Era o fenômeno "não quero perder a boquinha", que trouxe inimigo do 1º turno para a campanha de RC no 2º.
Agora, José Nominando; Dr. Sidney: Flora e seus correligionários teem tudo para retomar o poder do executivo municipal em 2012 e sepultar politicamente e de forma definitiva Thiago Pereira, que convenhamos, não herdou absolutamente nada dos seus antepassados, no tocante a política. Gonzaga Bento, seu avô foi um líder nato naquela terra. Já thiago é apenas um "menino grande" que fez da prefeitura de Princesa Isabel, um brinquedinho.
Agora, os conterrâneos de Marçal Florentino Diniz sentencia o atual prefeito ao esquecimento.
Em 2012 a situação não tem nenhum nome de peso e aparentemente, com os cargos do governo, os Nominandos devem imperar.
PATOS MAIS UMA VEZ, COMO NO 1º TURNO, DIZ NÃO AO MODELO POLÍTICO DO GRUPO MOTTA.
Dentre os 223 municípios paraibanos, certamente Patos é um dos quais José Maranhão tem maior queixa. Tendo o apoio do prefeito Nabor Wanderley, da deputada estadual Francisca Motta e vereadores e apoiando o candidatura de Hugo Motta à deputado federal, diga-se de passagem uma das maiores campanhas do estado da Paraíba, além de inúmeros vereadores defensores do seu nome, o governador perdeu com uma margem de votos no 1º turno de 579. Já no 2º turno, com o alerta de Zé Maranhão à todos seus correligionários patoenses, a diferença prol Ricardo aumentou para 633 sufrágios, ou seja, um acréscimo de 9,32%.
Como em todo o estado, o povo, em silêncio, mudou. Em patos não foi diferente, mas algo ocorreu naquele município de singular: a preocupação maior com o sucesso na eleição de Hugo, quer é filho do atual prefeito e neto da deputada Chica.
Isso, possivelmente tenha sido a causa principal da derrota inesperada de Zé em Patos, aliado ao modelo administrativo e político posto em prática pelo grupo Motta.
Para 2012, Dr. Dinaldinho deve aparecer no cenário político como integrante de chapa majoritária e adianto que o menino herdou o gene político do pai, Dinaldo Wanderley e dará muito trabalho para adversários.
Que seja reformulado o modo arcaico e retrógrado de fazer política que hoje impera em Patos ou a queda em termos municipais estará decretada.
Chame José Maranhão para qualquer lugar, qualquer município, mas não o convide para ir até Patos.
Como em todo o estado, o povo, em silêncio, mudou. Em patos não foi diferente, mas algo ocorreu naquele município de singular: a preocupação maior com o sucesso na eleição de Hugo, quer é filho do atual prefeito e neto da deputada Chica.
Isso, possivelmente tenha sido a causa principal da derrota inesperada de Zé em Patos, aliado ao modelo administrativo e político posto em prática pelo grupo Motta.
Para 2012, Dr. Dinaldinho deve aparecer no cenário político como integrante de chapa majoritária e adianto que o menino herdou o gene político do pai, Dinaldo Wanderley e dará muito trabalho para adversários.
Que seja reformulado o modo arcaico e retrógrado de fazer política que hoje impera em Patos ou a queda em termos municipais estará decretada.
Chame José Maranhão para qualquer lugar, qualquer município, mas não o convide para ir até Patos.
LIVRAMENTO: E AGORA ZÉ PAPEL... E AGORA VOCÊ? POVO TIRA O CABRESTO E MOSTRA QUE A MUDANÇA É NECESSÁRIA.
Estas eleições mostrou uma série de verdades que à muito estavam escondidas. Em Livramento, não foi diferente. José Anastácio, popularmente conhecido por Zé Papé, alcunha dada pelo governador José Maranhão, teve a resposta nas urnas, diante da mão de ferro com a qual governa a cidade, mesmo não sendo prefeito constitucional.
José Anastácio, de forma ditadorial, exerce indiretamente a função que ora é, por lei do Senhor Jarbas, que até 2008 era mero funcionário da prefeitura.
Zé Papé, que é cria política de Zé Maranhão, pela primeira vez perdeu uma disputa no município. O governador Zé Maranhão obteve no primeiro turno, 128 votos de maioria sobre Ricardo, enquanto no 2º turno, RC não só tirou a diferença, como a colocou 554 indicações de vantagem. Sem o governo e consequentemente sem apoio, Zé Papé terá grande dificuldade em voltar ao poder, se é que ele pode ser candidato. Politicamente falando, é um excelente momento, para o prefeito de direito, Jarbas, fazer como a população: DÁ O GRITO DE ALFORRIA e governa Livramento pelas próprias mãos. 2010 vem aí.
José Anastácio, de forma ditadorial, exerce indiretamente a função que ora é, por lei do Senhor Jarbas, que até 2008 era mero funcionário da prefeitura.
Zé Papé, que é cria política de Zé Maranhão, pela primeira vez perdeu uma disputa no município. O governador Zé Maranhão obteve no primeiro turno, 128 votos de maioria sobre Ricardo, enquanto no 2º turno, RC não só tirou a diferença, como a colocou 554 indicações de vantagem. Sem o governo e consequentemente sem apoio, Zé Papé terá grande dificuldade em voltar ao poder, se é que ele pode ser candidato. Politicamente falando, é um excelente momento, para o prefeito de direito, Jarbas, fazer como a população: DÁ O GRITO DE ALFORRIA e governa Livramento pelas próprias mãos. 2010 vem aí.
CACIMBAS: MARANHÃO LEVA, MAS DIFERENÇA DIMINUI NO SEGUNDO TURNO. EFEITO LÉO, ALYSSON E CIA. LTDA.
Mais um município da região demonstra nas urnas que está saturado do modelo ultrapassado de conduzir os destinos de um povo. Cacimbas, berço até então perpétuo do grupo liderado por Nílton de Almeida. No primeiro turno, a vantagem prol Maranhão, foi muito boa, sendo 1,59 votos para a situação, à cada 1 voto da oposição. No segundo turno, essa vantagem foi incomensuravelmente reduzida, passando a ser de 1,17 por cada 1 indicação para Ricardo Coutinho. Uma diferença aparentemente pequena entre os dois índices comparados, mas muito grande se salientar-mos que o eleitorado de Cacimbas é de apenas 4.476 eleitores. Municípios como este, qualquer voto faz uma bela diferença, quando subtraímos os votos brancos, nulos e abstenções.
O efeito Léo, filho do ex-prefeito Geraldo é mais um agravante desta situação para o grupo liderado por Nílton de Almeida. Léo soube como poucos trabalhar junto ao povão, junto a juventude, quando seu pai era o gestor municipal e isso até agora tem dado frutos. A juventude cacimbense está colada ao rapaz, com uma grande esperança de mudança. Cicinho e/ou Juza, mas eu creio do primeiro, é o herdeiro político de Nílton, mas a carruagem está tomando um caminho inesperado e isso pode ser o início de uma derrocada do grupo governista. O vereador Alysson, fiel amigo de Léo tem desempenhado a função para a qual foi eleito e isso é mais um tópico do bem, para a candidatura de Léo em 2012, mesmo contra o atual prefeito. A ausência de Nílton do município é um dos fatores que complicam o quadro e o exemplo o prefeito tem dentro de casa. Didi, soberano no município de Desterro até domingo, dia 31 de outubro passado, viu o grupo Leite voltar aos tempos áureos, vencendo o candidato apoiado por ele, por 462 votos de diferença. Algo inimaginável dias atrás. Nílton de Almeida/Cicinho/Juza e Cia. Ltda. devem observar o que está fora de órbita e mudar o arcaico e antigo modelo de gestão.
O efeito Léo, filho do ex-prefeito Geraldo é mais um agravante desta situação para o grupo liderado por Nílton de Almeida. Léo soube como poucos trabalhar junto ao povão, junto a juventude, quando seu pai era o gestor municipal e isso até agora tem dado frutos. A juventude cacimbense está colada ao rapaz, com uma grande esperança de mudança. Cicinho e/ou Juza, mas eu creio do primeiro, é o herdeiro político de Nílton, mas a carruagem está tomando um caminho inesperado e isso pode ser o início de uma derrocada do grupo governista. O vereador Alysson, fiel amigo de Léo tem desempenhado a função para a qual foi eleito e isso é mais um tópico do bem, para a candidatura de Léo em 2012, mesmo contra o atual prefeito. A ausência de Nílton do município é um dos fatores que complicam o quadro e o exemplo o prefeito tem dentro de casa. Didi, soberano no município de Desterro até domingo, dia 31 de outubro passado, viu o grupo Leite voltar aos tempos áureos, vencendo o candidato apoiado por ele, por 462 votos de diferença. Algo inimaginável dias atrás. Nílton de Almeida/Cicinho/Juza e Cia. Ltda. devem observar o que está fora de órbita e mudar o arcaico e antigo modelo de gestão.
DESTERRO MOSTRA AO PREFEITO DIDI, QUE OS TEMPOS SÃO OUTROS.
Desterro teve resultados nas eleições deste ano, que bem traduzem o fruto que fora plantado pela administração atual, neste segundo mandato.
O prefeito Didi, mostrou serviço no quadriênio inicial, porém, após a reeleição esqueceu o município de uma forma que a população, sentindo-se esquecida deu-lhe a resposta em 03 de outubro último e mais ainda no 2º turno.
Tudo teve seu início com a revoada mais que justa da vice-prefeita Rosângela e seu irmão e vereador Vamberto leite, para a oposição. Motivo: a certeza por parte da vice, que não seria a candidata da sucessão do bloco governista.
A junção de Rosângela e Vamberto ao grupo de João Leite, alavancou uma dúvida: teria Rosângela vaga na majoritária oposicionista? Rosângela não só teve aceitação como a cabeça da chapa para 2012, enfrentando então o candidato que será apoiado por Didi.
O primeiro grande “duelo” estava reservado para 03 de outubro. Primeiro turno: o grupo Leite, agora com duas grandes aquisições, contra a família Almeida e seus correligionários:
Ricardo Coutinho X José Maranhão. Duelo bonito, corpo a corpo, voto à voto.
Primeiro nocaute da nova ala no prefeito Didi. Diferença mínima de 44 votos prol Maranhão. Grande surpresa, porém já esperada, só não se sabia para quando...
Com este resultado, o sinal de alerta da situação foi acionado e Didi e toda equipe cai em campo para trabalhar o nome de Zé para o 2º turno. Vem 31 de outubro e Desterro mostra que a ausências e o descaso do prefeito Didi para com o município terá um preço alto. Ricardo Coutinho, com o desempenho do clã Leite, não somente tira a diferença, como obtém 1.150% dos votos que separaram Maranhão de RC. Ricardo Coutinho 2.469 contra 2.007 do governador José Maranhão. Por que 1.150%? Simples...
Maranhão obteve 44 votos de diferença no turno inicial. Coutinho 462 no 2º turno. Assim, a diferença de Ricardo sobre Maranhão, contabilizando a diferença tirada no 1º para o segundo turno foi a astronômica, contudo verdadeira percentagem de 1.150.
Não seria a hora de trazer Valtércio Almeida, conhecido por “Senhor”, ex – secretário de finanças para a administração municipal? Por que antes, mesmo com o desgaste do prefeito Didi, Senhor conseguia manter aliados e com isso, vitórias para o bloco governista.
O prefeito Didi, mostrou serviço no quadriênio inicial, porém, após a reeleição esqueceu o município de uma forma que a população, sentindo-se esquecida deu-lhe a resposta em 03 de outubro último e mais ainda no 2º turno.
Tudo teve seu início com a revoada mais que justa da vice-prefeita Rosângela e seu irmão e vereador Vamberto leite, para a oposição. Motivo: a certeza por parte da vice, que não seria a candidata da sucessão do bloco governista.
A junção de Rosângela e Vamberto ao grupo de João Leite, alavancou uma dúvida: teria Rosângela vaga na majoritária oposicionista? Rosângela não só teve aceitação como a cabeça da chapa para 2012, enfrentando então o candidato que será apoiado por Didi.
O primeiro grande “duelo” estava reservado para 03 de outubro. Primeiro turno: o grupo Leite, agora com duas grandes aquisições, contra a família Almeida e seus correligionários:
Ricardo Coutinho X José Maranhão. Duelo bonito, corpo a corpo, voto à voto.
Primeiro nocaute da nova ala no prefeito Didi. Diferença mínima de 44 votos prol Maranhão. Grande surpresa, porém já esperada, só não se sabia para quando...
Com este resultado, o sinal de alerta da situação foi acionado e Didi e toda equipe cai em campo para trabalhar o nome de Zé para o 2º turno. Vem 31 de outubro e Desterro mostra que a ausências e o descaso do prefeito Didi para com o município terá um preço alto. Ricardo Coutinho, com o desempenho do clã Leite, não somente tira a diferença, como obtém 1.150% dos votos que separaram Maranhão de RC. Ricardo Coutinho 2.469 contra 2.007 do governador José Maranhão. Por que 1.150%? Simples...
Maranhão obteve 44 votos de diferença no turno inicial. Coutinho 462 no 2º turno. Assim, a diferença de Ricardo sobre Maranhão, contabilizando a diferença tirada no 1º para o segundo turno foi a astronômica, contudo verdadeira percentagem de 1.150.
Não seria a hora de trazer Valtércio Almeida, conhecido por “Senhor”, ex – secretário de finanças para a administração municipal? Por que antes, mesmo com o desgaste do prefeito Didi, Senhor conseguia manter aliados e com isso, vitórias para o bloco governista.
TEIXEIRA E O VIRA-VIRA GERAL. PREFEITO ERA RICARDO, PASSOU PARA MARANHÃO E VOLTOU PARA RICARDO. É MUDANÇA DEMAIS.
O vira-vira do prefeito de Teixeira, Venceslau Marques finalmente teve um capítulo final. Esta novela durou mais que "REDENÇÃO", a novela mais longa da TV brasileira, exibida pela extinta TV Excelsior, entre 1966 à 1968.
Venceslau, depois de participar de comício no palanque de Ricardo Coutinho, criticando Zé Maranhão, aderiu a candidatura do governador Maranhão poucos dias após, desfilando pela cidade com o candidato a reeleição. Mais algumas 24 horas e o prefeito aparece em carreata do candidato contrário, declarando firme apoio ao PSB. Firme como prego na areia, por que com tanta ida e volta, ninguém sabe até quando essa parceria vai durar. Com os cargos do governo e não tendo o que conseguir com Maranhão, talvez dure até o final de 2012, quando acaba seu mandato.
Entretento, com os resultados das urnas, alguns aliados de Venceslau tem dito que, com as mudanças, o prefeito mostrou o tamanho da sua aceitação junto a população. Já que no primeiro turno estava com Maranhão e o mesmo obteve uma maioria de 1.679 votos. No segundo, já o chefe do executivo teixeirense apoiando Coutinho, o governador eleito ganhou a eleição com 19 votos de frente. Ou seja, RC tirou a diferença do primeiro e superou seu opositor com quase duas dezenas de votos.
Mas a pergunta que não quer calar é: QUEM ACREDITA QUE ESSA MUDANÇA SE DEU POR PURO RESPALDO DE VENCESLAU?
Só quem quer acreditar que papai Noel; mula-sem-cabeça; saci perere e papa-figo existem.
O aumeno de votos se deu em todo o estado, quando a população que votou em Maranhão, percebeu que a não vitória no primeiro turno, como era esperada, não veio e que no segundo, por Ricardo ter saiu na frente, haveria uma grande mudança e que assim RC estaria eleito.
APENAS E TÃO-SOMENTE ISSO.
2012 mostrará se a popularidade de Venceslau é mesmo essa. Observemos que será seu sucessor.
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Venceslau, depois de participar de comício no palanque de Ricardo Coutinho, criticando Zé Maranhão, aderiu a candidatura do governador Maranhão poucos dias após, desfilando pela cidade com o candidato a reeleição. Mais algumas 24 horas e o prefeito aparece em carreata do candidato contrário, declarando firme apoio ao PSB. Firme como prego na areia, por que com tanta ida e volta, ninguém sabe até quando essa parceria vai durar. Com os cargos do governo e não tendo o que conseguir com Maranhão, talvez dure até o final de 2012, quando acaba seu mandato.
Entretento, com os resultados das urnas, alguns aliados de Venceslau tem dito que, com as mudanças, o prefeito mostrou o tamanho da sua aceitação junto a população. Já que no primeiro turno estava com Maranhão e o mesmo obteve uma maioria de 1.679 votos. No segundo, já o chefe do executivo teixeirense apoiando Coutinho, o governador eleito ganhou a eleição com 19 votos de frente. Ou seja, RC tirou a diferença do primeiro e superou seu opositor com quase duas dezenas de votos.
Mas a pergunta que não quer calar é: QUEM ACREDITA QUE ESSA MUDANÇA SE DEU POR PURO RESPALDO DE VENCESLAU?
Só quem quer acreditar que papai Noel; mula-sem-cabeça; saci perere e papa-figo existem.
O aumeno de votos se deu em todo o estado, quando a população que votou em Maranhão, percebeu que a não vitória no primeiro turno, como era esperada, não veio e que no segundo, por Ricardo ter saiu na frente, haveria uma grande mudança e que assim RC estaria eleito.
APENAS E TÃO-SOMENTE ISSO.
2012 mostrará se a popularidade de Venceslau é mesmo essa. Observemos que será seu sucessor.
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MATURÉIA NÃO REFLETE NAS URNAS O QUE É O GOVERNO DE DANIEL DANTAS.
A escolha da população é soberana. Esse é um dos principais basilares da democracia. Mas o que a população de Maturéia fez com Daniel Dantas, não existe. Com todo respeito a Chico Manoel e seu grupo.
O prefeito de Maturéia tem desenvolvido um grandioso trabalho à frente do município e a vitória de Maranhão era uma certeza naquele município. No 1º turno consolidou-se este resultado, com uma vitória folgada de 601 votos ou quase 20% de diferença. Porém, no segundo a coisa mudou muito, apesar de Maranhão ter ficado na frente. Foram 1.821 contra1.598, reduzindo esta diferença para 223 sufrágios.
Uma queda de 37,10%. Um em cada 3 eleitores mudaram seu voto entre o 1º e 2º turnos, em prol de Ricardo Coutinho.
Daniel Dantas, mais que nunca terá que ter o apoio e o empenho de seu fiel escudeiro Zé Pereira, se quiser ser reeleito. Muitos populares de Maturéia já comentam que Zé é o melhor nome para manter a hegemonia naquela urbe.
O prefeito de Maturéia tem desenvolvido um grandioso trabalho à frente do município e a vitória de Maranhão era uma certeza naquele município. No 1º turno consolidou-se este resultado, com uma vitória folgada de 601 votos ou quase 20% de diferença. Porém, no segundo a coisa mudou muito, apesar de Maranhão ter ficado na frente. Foram 1.821 contra1.598, reduzindo esta diferença para 223 sufrágios.
Uma queda de 37,10%. Um em cada 3 eleitores mudaram seu voto entre o 1º e 2º turnos, em prol de Ricardo Coutinho.
Daniel Dantas, mais que nunca terá que ter o apoio e o empenho de seu fiel escudeiro Zé Pereira, se quiser ser reeleito. Muitos populares de Maturéia já comentam que Zé é o melhor nome para manter a hegemonia naquela urbe.
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